
Fogueira, comidas e bebidas típicas na calçada para celebrar o Dia de Santo Antônio
Hello! Estou chegando por aqui para escrever o primeiro post “Por aí “, que dessa vez vai ficar na minha própria rua e própria calçada. Apesar do medo da violência, fomos para o desafio de colocar as cadeiras e mesas na frente da casa com uma variedade de comidas e bebidas típicas das festas juninas. A decoração não podia faltar e a sugestão foi prender as carinhas da menina de trança e chapéus de palha na grade de proteção. Junho é uma delícia!

A fogueira chegou logo de manhã. Claro que ela não poderia faltar! É a favorita de minha mãe (93). Esses preparativos acontecem todos os anos, como sem falta, na véspera de São Antônio, 12 de junho, em homenagem ao santo e a nossa aniversariante de casa: a impossível Mena. O segredinho que vou contar é que exatamente numa noite igual a essa, foi que minha mãe começou o namorinho dela com meu pai. Ele sempre lembrava dessa data com alegria e nos contava a bela história das festas do padroeiro Santo Antônio, lá em Santo Antônio de Pitaguary. Taí , que o pedido ao santo casamenteiro deu certo! Thanks Santo Antônio for my parents’ wedding, Antonio e Maria!

Baião de dois com coco, paçoca, vatapá, cocada, bolo de macaxeira, grude, pé-de-moleque, aluá, refri e um churrasquinho para dar um sabor especial à noite. As guloseimas juninas estavam gostosíssimas. No ponto para agradar os mais exigentes paladares. As blusas de quadro e a música de São João pintaram no pedaço e foram muitos flashs para registrar as belas chamas da fogueira, que incendiavam do outro lado da calçada. Só faltaram as adivinhações para o santo casamenteiro. Acho que as meninas desistiram de vez, hahaha.

Foi uma noite abençoada por Santo Antônio para reunir os familiares que estavam por perto, os amigos de trabalho e de coração que passaram para dar um abraço na debutante. Uma noite doce, calorosa e de cadeiras nas calçadas como era de costume antigamente. Era isso o que eu tinha para falar hoje. É óbvio que não poderia deixar passar em branco esse momento tão gostoso de viver. Viva Santo Antônio!!!

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Andar por aí a gente encontra muitas histórias
Liberdade!Liberdade! Coisa boa é ter tempo para desbravar esse Brasil e dar de cara com estilos que fazem a diferença no empreendedorismo. E quando a criatividade dos negócios está aliada à cultura e ao saber, eu dou valor!!! Esta semana fui ao Café Patriota, um lugar gostoso de ficar, de tomar um bom café no final de tarde e de relaxar nas poltronas com um bom livro na mão.

Na cafeteria, livraria e espaço cultural O Patriota, as cadeiras e mesas de madeira escura no estilo colonial e a música clássica nos levam de volta ao século passado. Um prato cheio de simplicidade proporcionando uma atmosfera convidativa aos clientes. Até a gastronomia carrega um cardápio contextualizado historicamente: Frappuccio José Bonifácio, Croissant Bonaparte, Filé a Dom Pedro, Frango a Dom João e por aí vai.

Eu, Kilvia e Patrícia sentamos à mesa e fizemos os pedidos. Preferi um Cappuccino com Borda de Avelã e Chantilly. As meninas escolheram Café Mocha (café expresso, leite vaporizado e chocolate em camadas) acompanhados com Quiche de Frango com Requeijão. Estava tudo uma delícia!

Depois de saborear o delicioso “afternoon coffee” fomos visitar a livraria. Percorremos as estantes espalhadas pelos quatro cantos da casa, checando os livros expostos, todos eles com foco nos feitos do país e com cheiro de novos nos convidando para abrir suas páginas. Nas paredes, quadros formam galerias com os homens que fundaram e desenvolveram o Brasil, a história do café, os ciclos do ouro, da cana-de-açúcar, moedas cédulas antigas e outros temas.

Gente, gostei demais do convite que a Kilvia me fez de conhecer O Patriota e recomendo a quem ainda não passou por lá a dar uma esticadinha qualquer dia desses, num final de tarde, na Avenida Santos Dumont 1453. Eu, que adoro um cafezinho sofisticado e um livro, já adicionei a cafeteria a minha lista dos “ favorite places”.

Bye! Até o próximo!
Saboreie as imagens da Cafeteria O Patriota
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Estátua viva faz pose e atrai olhares na Praça do Ferreira
Julho chegou. Com ele vem as férias e a alta estação. As ruas dos centros ficam bastante movimentadas. Gente que vai, gente que vem de um lado para o outro com pressa ou compassadamente olhando para o tempo. Cada um com seu destino certo. Os mais curiosos param no meio da praça para ver o que está acontecendo de tão atrativo ali no meio daquele círculo de gente. Estamos na Praça do Ferreira, “Coração da Cidade”, marco Histórico e Patrimonial de Fortaleza pela Lei Municipal 8605 de 20 de dezembro de 2001.

Atravessar a Praça do Ferreira está no roteiro de quase todas as pessoas que vão ao Centro da cidade. Eu escolhi um tempinho esta semana para observar quanta coisa acontece ao mesmo tempo naquele espaço público, cartão postal, ponto de encontro de senhores de idade que diariamente sentam conversas nos bancos da praça, dos empregados das lojas no horário de descanso e de populares.

Vocês conhecem a moda do “Tem de Tudo”? Então, a Praça do Ferreira tem de tudo. Cheiro de milho cozido e assado no ar fazendo os passantes trocarem suas moedas por uma espiga. O carrinho de churros no meio do logradouro competindo com o carrinho de Açai. Pipoca, algodão doce, água de coco, bolas e bonecos suspensos em armação, muitas flores do Festival de Holambra colorindo o lugar e uma fila enorme de crianças e adultos aguardando a entrada no Cine São Luiz para assistirem a primeira sessão do filme em cartaz. Podemos ver até moradores de rua estabelecidos por ali. Acreditem, tudo isso e mais num canto só.
Gente é incrível quando você para e fica observando o que está acontecendo ao seu redor. Muitas vozes, risadas, som de violão e o grito alto do vendedor de água invadem a praça. Em meio a essa barulheira toda existe uma figura especial, uma exceção em frente ao Cine Teatro São Luiz. Luiz Yorge, a estátua viva de um pescador, posa com o seu cão Jaspi no braço, num silencio absoluto.

A arte de rua é uma das mais importantes manifestações culturais e uma forma de comunicação dentro da sociedade que leva o entretenimento para as pessoas. Luiz, dono de um sorriso branco e simpático, se veste de pescador há três anos, desde que chegou em Fortaleza. Ele se inspira na profissão que exercia em Margarita, ilha venezuelana situada no mar do Caribe. Era lá que ele morava, na beira da praia.

A roupa camuflada, no ouro envelhecido com manchas escuras, chama atenção das pessoas que passam por ele. É com esse padrão que pinta rosto, pescoço, mãos, pés e chapéu. Aos seus pés ficam uma rede tarrafa com peixes trabalhados na madeira, pintados com a mesma estampa do pescador venezuelano. Ele de pés firmes no seu pódio não pisca os olhos, não mexe braços e pernas.Quando alguém coloca uma moeda ou cédula no seu cofrinho, o artista se movimenta ou faz um gesto para agradecer a doação. O que mais impressiona é o cão que carrega no braço e/ou muitas vezes fica deitado aos seus pés sem se agitar e se mover com a presença das pessoas. É também uma estátua viva no cantinho da praça.

São muitos os olhares, são muitas as paradas de transeuntes que se encantam com aquela figura irreverente; são muitas as mãos que deixam a colaboração, num ato solidário e de valorização ao trabalho do artista. Enquanto estive por perto, vi dezenas de celulares se inclinarem para uma selfie especial com o pescador da Ilha de Margarita. Eu também aproveitei a chance e fiz uma foto ao lado do personagem. Quer saber se dá muita grana fazer arte de rua? Para Luiz não dá tanto dinheiro. Moeda é o que mais cai na caixinha, mas o artista se sente agradecido e nunca vai pra casa sem nada. Ele gosta do que faz e isso é o que importa.

Luiz Yorge, a estátua viva pintada que faz pose, está todas as segundas, quartas , sextas-feiras e sábados na Praça do Ferreira. No final de semana dá uma esticadinha até a Av. Beira Mar na esperança de conquistar algo mais. Eu valorizo o artista de rua. Seja você também um reconhecedor de quem tem criatividade , talento e usa seus dons com honestidade para ganhar o pão de cada dia.
See you later!!!
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A Rota do Café
Ôpa! Estou de volta trazendo um tema com sabor de uma frutinha vermelha, mas quando bem torradinho fica pretinho e cheiroso. O aroma é forte e quanto mais ativo, melhor ainda, dizem os amantes. A minha postagem vem de um endereço cafeinado. E se você é um apaixonado por café, me acompanha nesse roteiro de domingo,19, da Ceará Encantos, pela Rota do Café Verde no Maciço de Baturité, com visita e trilha nos Sítios Águas Finas e São Luís. The Sunday was very happyiness!
Tem muita gente que não passa sem ele em casa. Virou letra de música de famosos cantores como Roberto Carlos, Chico Buarque, Tim Maia e muitos outros. Está sempre presente nos escritórios, repartições, nas reuniões de amigas e nas festas de aniversários e casamentos como um saboroso digestivo, fazendo toda diferença. Exibir o café em eventos significa cordialidade e tradição e deixa o coração animadíssimo.
Foi um dia de lazer, interação, vivência e muita emoção.Fomos alimentados pelo conhecimento, através da valorização histórica e cultural de uma região que já teve o café como principal atividade de produção.
Nossa primeira parada foi em Baturité. O guia do museu, na Estação Ferroviária, estava lá para dar explicações ao grupo. Visitamos as salas com o mobiliário, cristaleiras, mesas e cadeiras, além de outros pertences de valor. Um quadro no alto da parede chama atenção, lembrando que a Estação Ferroviária de Baturité foi construída no Governo Imperial de D. Pedro II. Uma visita rápida, mas bem acatada, porque afinal de contas era da Estação que o café saía para outras partes do mundo.
O grupo se juntou para uma foto oficial na réplica da locomotiva “Fortaleza”, exposta ao lado do museu, e que durante anos serviu a estrada de ferro, levando passageiros de Baturité para capital. A ferrovia de Baturité foi a primeira do Estado, inaugurada em 1822.
Partimos para Guaramiranga. Palavra e origem tupi significa “Pássaro Vermelho”, situada a 110km de Fortaleza. O município serrano encontra-se a 865 metros de altitude, totalmente inserido na área de Proteção Ambiental do Maciço de Baturité. Clima frio o ano todo. Sua temperatura varia de 16º a 25º, razão de ser conhecido como a “Suiça Cearense”.
2ª Parada – Sítio Águas Finas, propriedade do Sr. Francisco Uchôa, que nos recepcionou com muita alegria e fartura na mesa. Sucos de goiaba, laranja e jabuticaba; banana da serra, um fino e gostoso bolo de café com banana, biscoitos da casa e claro, o que não podia faltar na mesa, o famoso Café Uchôa, tradição de família, 100% Arábico. Um produto colhido nas montanhas da Mata Atlântica de Guaramiranga na sombra das ingazeiras. Tudo muito delicioso!
Seu Uchôa estava com tempo cronometrado, em comum acordo com a Raquel e Marcelino da Ceará Encantos, para nos explicar fase por fase, ou melhor, contar pra gente o caminho da semente até a xícara. E foi com muita descontração e graça que nos levou a passear pela produção do café especial no Sítio Águas Finas.
O café chegou ao Ceará em 1747. Uma curiosidade dita pelo Sr. Uchoa é que o café de Baturité foi reconhecido como o melhor café do mundo. Era assim que estampavam os jornais na época. O solo úmido e fértil, boa vegetação, altitude e o clima foram os principais fatores que favoreceram o cultivo do produto na região. “A interferência da floresta dá gosto no café. O café do Maciço é exótico, frutado e tem gosto de jardim”, falou com água na boca.
Fomos convidados pelo Sr. Uchôa a passear pelo sítio conhecendo as várias etapas do ciclo do café, desde a lavagem, secagem ao sol em redes, a prova, máquina de torrefação e descascador. Foi um Aulão Presencial.
Logo depois partimos para a trilha. Na subida demos de cara com uma enorme Ingazeira e foi debaixo da copa dela que o Sr. Uchôa falou da importância da árvore amiga e salvadora do café. “É o seu fruto, o ingá, que atrai a broca, inimiga do café”, frisou.
Uma caminhada bem esticadinha, subindo ladeiras, mas nada para reclamar, porque o clima estava gostoso. O vento frio cobria nosso corpo dando uma sensação agradável. A Estrada era estreita quase escondida pelas folhas secas caídas no chão. As folhas verdes dos pés de café brilhavam na luz do sol. Fomos privilegiados em ver brotar na plantação, as flores brancas e os pequenos frutos vermelhos do cafezal . Tocamos em frente. Incorporamos a energia do lugar. Nem os mais sedentários sentiram vontade de desistir da vereda.
Andamos até um bocadinho quando o guia avisou que tínhamos chegado ao destino final. Pediu para que todos fizessem um minuto de silêncio em respeito à natureza e nos convidou a rezar um Pai Nosso para agradecer àquele momento, ouvindo o canto dos pássaros e os sons que vinham da floresta. Surpresa, emoção, algo acionou nossa sensibilidade. Mergulhamos na mata de tanto contentamento… mas não posso contar .O segredo vai ficar pra você descobrir na próxima Rota do Café Verde.
Partiu! Almoço na Pousada dos Capuchinhas, antes um mosteiro, e hoje um dos principais pontos turísticos de Guaramiranga. E nos degraus da igreja mais uma foto oficial para marcar passagem pelo local que nos ofereceu The midday meal.

Próximo destino foi Pacoti, onde estava agendada a visita ao Sítio São Luís. Um belo casarão com aproximadamente 140 anos de existência, construído por João Pereira Castelo Branco.
Uma paisagem exuberante em torno do casarão colonial com estrutura secular, erguido no período áureo da cultura cafeeira. As portas e janelas são de madeira de lei, cedro e pau d’arco, retirados da própria mata. As paredes são altas e dobradas; as imensas colunas brancas se fecham em arcos simétricos. Foi com o pequeno fruto, café, que muitas riquezas foram conquistadas pela família. O café da serra era bem quisto. Como muitas histórias de vida, a família foi perdendo o poder e o sítio foi entregue por hipoteca a credores. Os irmãos Boris, franceses, foram donos por mais de 30 anos. Depois a propriedade passou a pertencer ao filho do administrador, que com a venda da maniçoba, na época do ciclo da borracha, trouxe a fortuna de volta.
Os descendentes da família mantêm a casa viva. Dona Cláudia é a vó, mora no casarão. Persiste e resiste em preservá-lo como um lugar sagrado de tantas e tantas histórias. Levi Jucá, historiador e membro da família, foi quem nos recebeu para falar da vida do casarão. Com muita empolgação, brilho nos olhos e com os lábios quase sorrindo, nos contou todo o passado. Percebemos a sua enorme felicidade de ter um acervo riquíssimo, composto de informações, fotos, mobília, biblioteca, louças, tudo às mostras dos visitantes do Século XXI.
Chegou a hora de sentir o sabor da comida do casarão, pois quem visita o sítio tem que provar das receitas culinárias de familiares guardadas com muito afeto. Mas antes vamos dar uma passadinha pela cozinha. O fogão a lenha aceso com suas chaleiras de água para fazer o café da tarde chamou a atenção de todos que não pensarem em outra coisa a não ser o famoso “retrato”.

Mesas postas, muito bem servidas com café, leite, ricota, geleia de banana com laranja, pão caseiro, bolo de café e chocolate.
Tudo tão perfeito que ninguém saiu sem levar para casa um produto da vendinha. As meninas da cozinha, um amor de simpatia. Só lamentei não conhecer a Dona Claudia, a atual proprietária do casarão, porque me disseram que ela conta a história de lá com muita magia.
Foi uma trilha histórica, cultural , aromática, recheada de sentimentos bons e comidas gostosas. Foi uma viagem no túnel do tempo. Eu recomendo a Rota do Café Verde. Valeu Raquel, Marcelino e Gabriel Abreu!
Pacote Ceará Encantos
Transporte Executivo
Taxa da trilha no Sitio Águas Finas
Taxa de visita e café da tarde no Sítio São Luís
Serviço de Guia de Turismo
Contato: (85) 999458030 / 987371682
Mais clicks

Até o próximo post. Obrigada por estar comigo.
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Passeio de barco por uma sexta-feira mais feliz
Sexta-feira no meio do mar, andando sobre as águas, no balanço do veleiro, em conexão com o dono do mundo. Uma tarde de aventura. Aventura que dá um friozinho na barriga, mas encarar é o propósito. Tornar aquele sonho uma realidade sem ter medo de ser feliz, porque afinal de contas, we were born be strong and courageous.

Por duas vezes, anos atrás, fiz para um jornal, matéria sobre o passeio de barco que Fortaleza oferece aos visitantes e aos cearenses usando as informações repassadas por empresas responsáveis pelas embarcações e entrevistas feitas com turistas. Nenhuma experiência vivenciada no passeio náutico. Agora, o texto sobre esse tour na Orla Marítima foi produzido com a emoção de navegar a bordo da Escuna Pérola Negra.

Fiz o passeio com um grupo de amigas, oferecendo um mimo to the best friend, Graça Timbó, nossa conterrânea, que hoje faz ponte aérea Brasília/Fortaleza/Maranguape. Nos juntamos aos turistas, que estavam com seus tickets em mãos, colocamos os coletes salva-vidas e subimos no barco que nos levaria até à escuna. Momento para primeira “fotinha”: registrar o início de uma wonderful afternoon.
A partir de agora só mar à vista, música, descontração, muitas emoções e aprendizado, porque dentro do mar também tem muita história para se contar. Ah, uma pausa para eu apresentar a vocês a tripulação: comandantes Chagas e Robson, além de governar a embarcação com as mãos na Roda do Leme, fazem um importante papel de guias turísticos, mostrando tudo que ficou encalhado e preso no fundo do mar, o mistério dos navios naufragados e os pontos turísticos em volta da Orla Marítima como a Praia do Mucuripe, Terminal de Petróleo, Catedral Metropolitana, Marina Park Hotel…Eles exploram o que podem e não perdem a oportunidade para assustar os viajantes do barco, deixar o coração tenso com o terror de episódios que aconteceram em passeios anteriores. Nenhuma verdade nisso. Falam só para causar. É isso!
O barco coloca à disposição dos navegantes serviços com cervejinha bem gelada, refri, água e quem quiser pode pedir salgadinhos como tira gosto. Mas quem está por cima daquela imensidão de água, quer mesmo é mirar no desafio e na sensação de sentir o movimento das ondas, às vezes deixando o barco turn right e outras vezes, turn left. Vi em cada rosto, um olhar de curiosidade, acho que tinha sempre alguém ali querendo descobrir o segredo e o mistério da natureza. As mãos que seguravam os celulares para as selfies tinha sempre a mesma direção : as águas do mar. Eu , pelo menos fiz questão de que meus clicks tivessem sempre o mar como fundo of the picture.
São duas horas de passeio e não dá para agente perder de vista a paisagem, o visual da Orla Marítima, o olhar que sai de dentro d’água para fora. O passeio tem 30 minutos de parada para o navegante explorar o mar, mergulhar nas águas calmas e tranquilas e tirar belas fotos ,porque já é hora do por do sol e ele vai descendo devagarinho por trás dos prédios, mas você tem que ser rápida para alcançar fantastic flashes do entardecer. Momento mágico!
O passeio de escuna was very special to me. Uma sexta-feira que fugimos da rotina e fomos compartilhar amizade, integração, alegria, conhecimento, diversão e combate ao monstro do medo, hahaha.
A noite foi para comer camarão e peixe assado no Mercado dos Peixes, teve até massoterapia na mesa. Depois uma boa caminhada, assinalando presença num dos cartões postais da cidade, local de visitação para deixar registrado uma bela foto de recordação.
Abraços em vocês Mena Nunes, Adriana, Sâmia, Manuela, Sabrina, Geórgia, Tamira Keuva, Aila, Graça Timbó, Sônia, Verônica. Foi muito bom estar na companhia de gente feliz!
Bye!!!
Until the next!
Serviço:
Associação dos Veleiros em Fortaleza
Quando: Todos os dias de 16h às 18h. Sábados ,domingos e feriados: de 10h ao meio-dia e de 16h às 18h.
Onde: Av. Beira Mar, 4293
Quanto: R$ 40,00
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Visitar o Santuário de Aparecida é um momento especial e nossa vida
Com as bênçãos de Nossa Senhora Aparecida estou voltando a escrever para o blog. Uma viagem inesquecível. Foi um momento especial de FÉ e devoção, esperado por mim há muito tempo. De 9 a 12 de outubro, milhares de pessoas subiram à rampa do Santuário Nacional de Aparecida, maior templo mariano do mundo. Já se vão 301 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida nas águas do Rio Paraíba do Sul, e a cada dia aumenta o número de fiéis.
O Santuário está instalado no centro da cidade, tendo como acesso a “Passarela da Fé” (392m de extensão) que liga a Basílica atual com a antiga, as duas bastante visitadas pelos romeiros. É dirigido e administrado por Missionários Redentoristas da Congregação do Santíssimo Redentor, desde 1894.
Muitos peregrinos, pagadores de promessas, chegam à “Casa da Mãe” com ajuda de cajados, para assistir as novenas solenes e participar da festa. O tema central deste ano foi: “Em Jesus, com Maria , restauramos a vida”. A proposição remete aos 40 anos de restauração da imagem de Nossa Senhora Aparecida, quebrada e restaurada, como um sinal para nós que é possível reconstruir e restaurar a vida. A temática da novena e festa foi também em consonância com o Ano Nacional do Laicato, convocando os devotos para atitudes transformadoras e compromisso com a vida e com os ensinamentos de Cristo.
Passamos três dias em Aparecida, eu e minha turminha de viagens, vivendo com muita emoção as celebrações e novenas. Visitamos e contemplamos à Cúpula do Santuário, o nicho onde está à imagem consagrada da Mãe Aparecida, exposta no interior da Catedral Basílica, e o Altar Central com sua Cruz ; na Sala dos Milagres ou de Promessas conferimos fotos e objetos famosos e na Sala das Velas deixamos mais luzes acesas. Passamos pelo Centro de Apoio aos Romeiros ou shopping, onde compramos lembrancinhas e mimos para oferecer aos familiares e aproveitamos a oportunidade para assistir a primeira noite de shows do Festival da Padroeira, com a presença de padres que rezaram e cantaram clássicos da música católica como “Sonda-me”, “Oração pela Família” , além de outras.

Não fizemos o passeio de bondinho de onde se tem uma vista do Santuário e de toda região, mas pegamos o trenzinho da alegria que faz o traslado dos peregrinos até o Porto de Itaguaçu , local do primeiro oratório de Aparecida e do passeio pelas águas do Rio Paraiba do Sul, para conhecer os detalhes da história do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no ano de 1717, com os três pescadores.
No caminho avistamos muitas barracas, de camping, de romeiros ocupando áreas e espaços da cidade. É uma história incrível de devotos e roupas coloridas pelas estradas em busca de receber uma graça especial e quem sabe, pagar uma promessa!!! Uma festa pra lá de organizada com romeiros bem acomodados.
O que não deu para conhecer dessa vez, com certeza vai ser visto no próximo tour como o Caminho do Rosário, inaugurado no último dia 14. É um novo trajeto de 1.132 metros de extensão, que margeia o Rio Paraíba do Sul , ligando à Cidade do Romeiro ao Porto de Itaguaçu. Em Aparecida nada se perde e por isso ocupa categoria máxima no ranking de cidade com potencial turístico. A capital religiosa do Brasil aprimora sua infraestrutura, como também busca oferecer outros atrativos que proporcionem ao visitante um passeio agradável, unindo fé e lazer.
Foi uma experiência maravilhosa vivenciar a grande Festa da Padroeira. Ficamos hospedados na Pousada do Bom Jesus, um lugar muito belo, de imponente estrutura em tijolos aparentes, inspirado na arquitetura do famoso Palácio de Versalles. Sua construção se deu há 120 anos, tendo acolhido e formado numerosos sacerdotes. Fica no centro de Aparecida, numa área arborizada ,oferece conforto e permite que o hóspede visite as dependências onde se hospedaram São João Paulo II, Papa Bento XVI e Papa Francisco. O restaurante é excelente. É um lugar que mescla requinte e simplicidade.Eu recomendo.
Aparecida
Fica no interior de São Paulo, no Vale do Paraiba Paulista, a 170km da capital do Estado. A origem do Município remonta a fé ao redor do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no curso das águas do Rio Paraiba do Sul por três pescadores. Os milagres atribuídos à Nossa Senhora Aparecida , levaram à construção de uma capela em 1745.O número crescente de fieis implicou na construção de um novo templo, a atual Basílica Velha, inaugurada em 1888 é substituída pela nova Basílica de Nossa Senhora Aparecida na segunda metade do Século XX. Éo maior centro de peregrinação religiosa da América Latina, recebendo milhares de visitantes por ano. Termino de escrever esse post com a TV ligada na Rede Aparecida. Já estou com saudades. Quem vai a Aparecida não esquece jamais. Um dia voltarei na Terra Santa.
Bye! O próximo post é sobre nossa passagem por Campos do Jordão. Fiquem comigo!
Fonte: Dados da cidade de Aparecida extraídos da web.
da Padroeira. Ficamos hospedados na Pousada do Bom Jesus, um lugar muito belo, de imponente estrutura em tijolos aparentes, inspirado na arquitetura do famoso Palácio de Versalles. Sua construção se deu há 120 anos, tendo acolhido e formado numerosos sacerdotes. Fica no centro de Aparecida, numa área arborizada ,oferece conforto e permite que o hóspede visite as dependências onde se hospedaram São João Paulo II, Papa Bento XVI e Papa Francisco. O restaurante é excelente. É um lugar que mescla requinte e simplicidade.Eu recomendo.
Aparecida
Fica no interior de São Paulo, no Vale do Paraiba Paulista, a 170km da capital do Estado. A origem do Município remonta a fé ao redor do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no curso das águas do Rio Paraiba do Sul por três pescadores. Os milagres atribuídos à Nossa Senhora Aparecida , levaram à construção de uma capela em 1745.O número crescente de fieis implicou na construção de um novo templo, a atual Basílica Velha, inaugurada em 1888 é substituída pela nova Basílica de Nossa Senhora Aparecida na segunda metade do Século XX. Éo maior centro de peregrinação religiosa da América Latina, recebendo milhares de visitantes por ano. Termino de escrever esse post com a TV ligada na Rede Aparecida. Já estou com saudades. Quem vai a Aparecida não esquece jamais. Um dia voltarei na Terra Santa.
Bye! O próximo post é sobre nossa passagem por Campos do Jordão. Fiquem comigo!
Fonte: Dados da cidade de Aparecida extraídos da web
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Festa típica em São Roque é um convite para um bom vinho
De volta pro meu aconchego. É, porque na hora que sento para escrever um novo post do blog, sinto-me confortavelmente bem acomodada. Tenho um prazer gigantesco de ajudar vocês a conhecerem novos caminhos e inspirá-los a sair lindamente por esse mundo de tantas coisas maravilhosas.
Aqui compartilho a visita que fiz à terra que é nacionalmente conhecida como Terra do Vinho. Estou falando de São Roque, localizada a 60km de São Paulo. Há quase um século, São Roque mantém a tradição da produção de vinhos e alcachofras. Este legado cultural chegou com os imigrantes europeus e se perpetua vivo de geração para geração. Italianos e portugueses cobriram as encostas dos morros com vinhedos, montaram suas adegas e transformaram São Roque na Terra do Vinho Paulista.
Muitos visitantes passaram por São Roque no último final de semana. Nós estivemos lá no sábado,14 de outubro, atraídos pela 26ª Expo São Roque-Vinhos e Alcachofras 2018. Um evento especial realizado para mostrar o potencial turístico e cultural, bem como os vinhos e a gastronomia à base de alcachofra. A versão 2018 acontece no Recanto das Cascatas, uma grande área verde de mata preservada, até o dia 11 de novembro, sempre de sexta a domingo das 9h às 19h. “Volta ao Mundo” é o tema da Expo, cheia de atrativos, diversão e manifestações artísticas.
Assim que chegamos ao local fomos logo garantir a nossa taça personalizada para trazer de lembrança.
Assistimos às apresentações do Grupo Magia da Dança que reuniu, num grande espetáculo, os clássicos consagrados de vários países como México, Rússia, Argentina, Portugal, França, Grécia, Áustria e África. Vestidos com trajes típicos, em belíssimos figurinos, os dançarinos apresentaram divina performance.
Uma festa típica regada a muito vinho. Pelos menos 16 vínicolas de São Roque estavam expondo seus produtos com degustação de vinhos branco, tinto, suave, seco e sucos de uva.
Degustação também nos stands de alimentos; os doces portugueses e holandeses, as roscas, petas, rapaduras de amendoim, biscoitos, geleias e tantas outras delícias de São Roque estavam lá nas prateleiras dos expositores dando água na boca.
Aproveitamos o dia calorento, passeando pelo parque e apreciando os stands de artesanato local, artigos de decoração, utilidades domésticas e moda. No espaço gourmet aconteciam o Workshop “Como conhecer um bom vinho ou qual prato servi-lo” e “Oficina Culinária com diferentes técnicas, receitas e dicas para o preparo de alcachofras”. Não participamos, porque estávamos curiosas para ver tudo aquilo e o tempo era curto.
Por volta das 15h, Banda Volume Acústico abalou o público tocando clássicos dos anos 50 aos 90 . A vibração foi até a hora mais esperada pelo publico, às 16:30h, quando começa a Pisa da Uva.
Duas tinas repletas de uvas são preparadas para mostrar a principal etapa da produção do vinho. Com muita empolgação e alegria , dançarinos em trajes típicos realizam a Pisa da Uva.
Depois é realizada a Gincana com a participação de quatro voluntários e nesse sábado foram quatro mulheres escolhidas. Uma experiência extraordinária! Cada uma entrou em uma tina com uvas para ver quem enchia primeiro as garrafas com o suco das uvas.
Depois da gincana as tinas ficam livres para quem quiser pisar nas uvas. Uma fila enorme se formou para a diversão. Pena que não deu tempo a minha turma de viagem participar, porque a Mara, nossa guia, já estava no ponto. Já era hora de retornar a São Paulo.
Adorei conhecer São Roque. É mais uma história aprendida dos imigrantes europeus em terras brasileiras.
Um adendo: para chegar em São Roque, pela Rodovia Castelo Branco, podemos apreciar o maior mural de grafite do mundo,5.742 metros quadrados, elaborado pelo artista Eduardo Kobra, na fábrica Cacau Show. O projeto mostra um jovem indígena navegando com uma canoa carregada de cacau sobre um rio de chocolate. Obra perfeita!

Vou ficando por aqui. Até o próximo post sobre nossa passagem por Campos do Jordão.
Tchau tchau!!!!
Flashs
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Passe livre para a badaladérrima Campos do Jordão
O tempo voa. Ainda estou com o gostinho de chocolate de Campos do Jordão na boca e já se passaram dez dias. Ainda bem que aproveitamos cada minutinho proporcionado. A vida é como o rio, tem que seguir o seu curso. O melhor é ter a dádiva de relembrar os melhores momentos de nossas vidas, e aqui nesse post vou registrar a visita que fizemos à Suiça Brasileira.

Partimos de Aparecida na companhia da Mara, nossa guia, profissional superexperiente , apaixonada pelo que faz e que não esqueceu nenhum detalhe ao cumprir nosso roteiro turístico. Tínhamos passe livre para chegar ao nosso destino alcançando os 1.628 metros de altitude da Serra da Mantiqueira, Região Metropolitana do Vale do Paraíba. Um cafezinho no caminho, Pindamonhangaba, para a Mara que saiu de casa em jejum.

A primeira parada foi no Portal de Campos do Jordão para aquela foto única, que vai ganhar um cantinho especial no porta retrato do quarto como lembrança de uma viagem inesquecível. Uma turma de paisagistas e jardineiros estava lá cuidando do cartão postal da cidade.
Antes de conhecer o centro de Campos do Jordão passamos direto para o Palácio Boa Vista. É lá que o governador de Sampa fica umas duas vezes por ano. Nos deparamos com muitos turistas e um grupo de alunos visitando as instalações , localizada numa área alta cercada por relevos e mata verde. O Palácio é aberto à visitação pública e abriga um acervo da arte nacional do Período Colonial e do Modernismo.
Ao lado, fica o Café Palácio, um espaço aconchegante, requintado, arrodeado de hortências e de onde se tem uma vista de apaixonar os olhos.
O Mosteiro das Monjas Beneditinas foi o nosso próximo destino. Fica bem no caminho do Palácio da Boa Vista. Um lugar onde a natureza é quem manda. Grutas, fontes de água, um bosque com grandes árvores e um jardim com flores, muito bem cuidado. Nosso comprometimento era assistir ao meio-dia ao recital do Canto Gregoriano da Ordem Beneditinas. As 27 irmãs se juntam nesse horário, diariamente, na Capela São João Batista, para cantar a palavra de Deus em uma belíssima oração. É um momento lindo de reflexão e paz interior. Os visitantes entram no clima e o respeito impera naquele lugar.
No Mosteiro das Monjas Beneditinas há uma pequena loja com livros, medalhas, imagens, artesanato e doces feitos pelas irmãs. Tem uma variedade de artigos expostos à venda. É sempre possível adquirir um para colaborar com o mosteiro.
Almoçamos num restô do centro comercial de Campos do Jordão e depois fizemos uma caminhada pelas lojas para ver as novidades e fazer a digestão. Muitas vendas de chocolates, malharia e roupas de frio atraindo pelos preços e convidando os fregueses a entrarem. Não tem como resistir. Dá para levar qualquer coisa pra casa. O clima estava agradável para bater pernas e dar uma passadinha na Choperia Baden Baden , famosa pelo estilo alemão e suas cervejas fabricadas artesanalmente. Uma das poucas fábricas nacionais a seguir à Lei da Pureza Alemã.
Quem vai a Campos do Jordão tem de conhecer a Ducha de Prata, um dos pontos turísticos mais tradicionais, construídos pelas mãos do homem. Fomos de carro, mas o passeio pode ser feito no Trenzinho da Montanha, que faz um city tour com parada na Ducha. O comércio local, que fica ao lado, é bem abastecido com muitas lojinhas de artesanato, malhas, cachecol a preço de banana, e os tradicionais chocolates produzidos em Campos do Jordão. Uma delícia os produtos da Chocolate Caseiro!
Campos do Jordão tem paisagem e cenário de sonho. Um dia é pouco para visitar a cidade com arquitetura de construções europeias, de clima frio e que recebe uma grande quantidade de turistas nacionais e internacionais. Encerramos nossa visita saboreando e degustando os chocolates para ficar com água na boca e voltar outras vezes lá, de preferência na badaladérrima noite de inverno, pois segundo Mara tem gente que vai para Campos do Jordão nessa época só para assistir ao desfile de gente bonita, elegante e bem vestida. Fiquei curiosa e quero conferir!
Campos do Jordão tem mais de 50 mil habitantes e fica a 173km de São Paulo. É um dos principais destinos do inverno brasileiro. O clima é mais frio que a média do Brasil. Amei circular por lá.

No próximo post vou contar como aproveitamos o dia de domingo no Centro de São Paulo. Beijo carinhoso pra vocês que me acompanham.
BYE!
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A oportunidade de negócios na Auê Feira Criativa
A Auê Feira Criativa na Praça das Flores (Praça Dr. Carlos Alberto Studart) na Avenida Desembargador Moreira foi um sucesso! Um programa legal para o final de tarde, focado na arte e produção artesanal . A feira é uma oportunidade de negócios, incentiva o trabalho do artista e estimula a economia criativa.
Os produtos cearenses ocuparam a Praça das Flores no último sábado,18. Diversos negócios e muitas opções para os visitantes. Criações de moda , bijuterias, pintura em porcelana, peças decorativas , biscoitos amanteigados de sabores diferentes como limão, cappuccino, gengibre, além de outros; bolsas de crochê, mochilas, imagens com pintura sacra, jóias, acessórios infantis, pintura para crianças e até cerveja artesanal.
O espaço zen montado no canteiro central, com esteiras e almofadas coloridas, logo ficou ocupado pelos pais que levaram suas crianças para desfrutar daquele momento de integração , lazer e diversão com uma boa música.

Muita gente circulando pela praça. A feira vem atraindo público de todas as idades. A gastronomia convida quem passa por ali para dar uma paradinha e provar coisas dos deuses. Tortas doces, bolos confeitados, biscoitos caseiros feitos com receitas de família, pastéis de primeira na Quintanda do Pastel, comida com tempero baiano, sorvete vegano, pipoca doce, dindin gourmet…
Tem gente que aproveita a ocasião para levar um produto de primeira para a sua mesa como o pão integral recheado de castanha do Pará com passas e muitas outras opções da Pequena Padaria Caseira de minha amiga, Kerla Alencar. Geleias, compotas, temperos caseiros também estão lá para quem preferir.
Nos dias 23, 24 e 25 tem Auê Feira Criativa no Jardins Open Mall na Avenida Desembargador Moreira, 1011, de 16 h às 21h. A ideia da feira é movimentar a economia e fomentar a troca de experiências entre cearenses e turistas. Vá lá!
Auê Feira Criativa
Local: Shopping Jardins Open Mall – Av.Dsembargador Moreira, 1011
Dta: 23,24 e 5 de novembro de 2018
Hora: de 16h às 18h
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A festa de abertura do Natal de Luz do Ceará 2018
Ôba! Estamos entrando na fase mais linda do ano, de muitas luzes, de desejos, presentes, de Papai Noel, de árvore de Natal, de juntar família e amigos para abraçá-los. Adoro esse tempo de Natal, por isso quero celebrar ao lado de vocês, leitores amados, o nascimento do menino Jesus, o aniversariante dessa grande festa. Vou começar compartilhando a noite de abertura do Natal de Luz na Praça do Ferreira, em Fortaleza, ontem, 23 de novembro. A 22ª edição do Natal, realização da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), reuniu um público estimado em torno de 60 mil pessoas. Foi um evento pra lá de fantástico!
“Somos luz, somos da paz”. Este é o lema do Natal de Luz do Ceará 2018. Uma reflexão sobre a paz, buscando reavivar o sentimento do amor e da ética para superar a violência. O evento se tornou tradição no calendário cultural de Fortaleza com a apresentação do “Coral de Luz” na sacada do Hotel Excelsior. São 130 crianças e adolescentes que irão cantar todas as noites, sempre às 18h, até o dia 23 de dezembro. Este ano a programação percorre o Cineteatro São Luiz com o show do cantor Gilberto Gil no dia 9 de dezembro, e Praça Portugal, com a brilhante presença de Toquinho, no dia 16 de dezembro.
Vamos voltar à Praça do Ferreira? Então, lá tinha gente de todas as idades. Famílias completas. Pais, filhos e vovós. Eles estavam lá somando-se aos jovens, funcionários de lojas, passantes da Praça do Ferreira e pessoas que saíram de casa só para assistir ao espetáculo como eu e minhas “miguinhas”, que não desistem de jeito nenhum dos sonhos e não perdem uma oportunidade de conhecer um mundo novo. Adoro quando elas me acompanham nesse meu momento de trabalho, momento blogueira, para escrever novos posts e deixar o blog atualizadíssimo com as novidades desse universo.
A CDL coroou a abertura com as participações da Big Band Unifor, tenor Franklin Dantas e soprano Samira Denoá. Uma combinação perfeita. Só preciosidade no palco. O público assistiu apresentação teatral da Blitz Intervenções nas peças “Sagrada Família” e “Chegou o Natal”. O ponto alto da noite foi à chegada do Papai Noel, que primeiro deu uma volta de helicóptero atraindo olhares de felicidade para o céu. Quando menos esperávamos, uma chuva de pétalas de rosas brancas caía sobre nossas cabeças e sobre as árvores iluminadas.
Muito suspense na hora de acender as luzes da Árvore de Natal ao lado da Coluna da Hora. Contagem regressiva e muitos flashs para ninguém deixar passar em branco o brilho da grande árvore de tecido. Assim também foi para descobrir o caminho da descida do Bom Velhinho. Seria do Hotel Savanah ou do Excelsior Hotel? No. O velhinho barrigudo, vestido de roupas vermelhas, barba branca, figura mais importante das festas natalinas desceu do Cineteatro São Luiz. A ansiedade acelerou o coração das crianças que estavam no colo e ombros dos pais, alimentadas da história mágica de que Papai Noel é que traz presente de Natal para todas as crianças do mundo.

A projeção animada na fachada do Cineteatro encantou quem estava na praça. Todos, em uma só voz, fizeram a contagem regressiva para a apresentação. Um belo espetáculo para acender a esperança no coração da plateia, do povo de Fortaleza e dos turistas . O cenário ficou perfeito com a chuva de neve de espuma, que arrancou aplausos, sorrisos, gritos de alegria. Muitas mãos, com celulares, se ergueram para registrar o momento de magia do Natal de Luz.
Depois da entrega da chave da cidade ao Papai Noel, o tempo na praça ficou ainda melhor com o show do cantor cearense Fagner. Foi ele, foi ele sim quem encerrou a noite com repertório dos mais conhecidos pelo público presente. Ele trouxe para a praça uma seleção primeira, que caiu no gosto da platéia . A nossa estrela da música, o nosso ídolo, cantou acompanhado de banda e de tantos e tantos fãs. Muita emoção…
HO HO HO HO…
Bye! Até o próximo post!
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Um feliz e abençoado Natal para o mundo inteiro
Melhor não poderia ter sido. Sabe aquela confraternização que superou às nossas expectativas e que vai ficar na lista dos meus melhores momentos do ano! Acredito que a turma vai contar pra todo mundo como foi a noite de encontro para celebrar o Natal de 2018! Somos um grupo de 17 amigas que há mais de três anos sai do lugar de rotina para um cantinho deslumbrante, simplesmente para refletir sobre o ano que passou, homenagear o menino Jesus que vai nascer, compartilhar uma ceia, trocar abraços e altos presentes. Vale bagunça também nesse encontro e muita diversão.

Para festejar o 2018, um ano muito difícil pra mim por trazer no seu bojo a contagem regressiva, a ansiedade de viver o sonho da oficialização dos anos de trabalho cumpridos e dar o pontapé para recomeçar os novos projetos desenhados, a melhor opção foi escolher o Imprensa Food Square. Tinha tudo a ver, comemorar os 35 anos de jornalismo abraçados, amados , cheios de desafios e aprendizados num lugar personalizado e com afinidade. A turma acatou a ideia até porque lá dentro encontramos um jeito diferente de dar aquele “up” à confraternização, embarcando no super BOTECO BIKE BAR.
Imaginem ai como foi curtir uma hora de passeio circulando pelos pontos turísticos e principais avenidas de Fortaleza! Entendam! Pedalando e bebendo uma cervejinha gelada! Ah, mas antes a turma toda se engajou na decoração do trailer.
É óbvio que o tema escolhido foi “Sofrência”, o boom do momento e daí, o nosso “BOTECO DA SOFRÊNCIA” invadiu as ruas nas vozes de Marília Mendonça, Pablo, Maiara e Maraysa, Paula Fernandes, Chitãozinho e Xororó, Marisa Monte, Raça Negra, Fagner, Ítalo e Reno. Não podiam faltar na trilha sonora Simone e o Rei Roberto Carlos, afinal de contas eles se tornaram os cantores protagonistas de muitos natais. A zuada foi grande!
O Paulo foi o DJ que nos acompanhou e foi ele que durante todo o percurso permaneceu no open bar nos servindo água, refri e cervejinha gelada. Ele entrou no clima da moçada. Acho que ele não imaginou que iria assitir um grupo tão folgado !hahaha. As taças coloridas foram propositais para o Tim Tim na hora do brinde à Vida, à Esperança, à Paz e à Alegria. Foi muito bom viver esse momento! Obrigadinha Ângelo, Paulo, Glau e Pedro.
Chegou a hora de celebrar o Natal, refletir, lembrar e agradecer ao menino Jesus com oração e cantos. Nossa parada foi no Café Imprensa, onde aconteceu a ceia de confraternização .
No menu , salgados e quadrados de tapioca assados, acompanhados de mel de abelha(entradas); arroz com castanha, panqueca de ricota e espinafre, carne no molho madeira e Champion,salada verde, batata confitada no azeite, ervas finas e tomate cereja. Sucos de laranja e de abacaxi com hortelã e quadrado de rocambole com goiabada. It’s delicious kitchen! Agradecimentos para as gerentes e garçonetes que preparam o nosso buffet.
Natal tem que ter presentes. Cada um levou o seu. A artesã Aparecida, dona de muita habilidade, levou belíssimas caixas decoradas e fez um bingo com nove (9) palavras mágicas, entre elas Paz, Perdão, …. quem foi sorteada saiu muito, mas muito feliz com a lembrança.
Depois foi a troca de presentes na versão da brincadeira “alma gêmea”. A Silvana Barbosa, autora das bonecas Tildes, ofereceu às amigas um anjinho de sua nova coleção. Valeu demais meninas! Amei estar com vocês nesta época tão especial, amizade que não tem preço.Que o Natal de vocês, Clébia Nunes, Mena Belo, Conceição Pereira de Freitas, Raimundinha Lobo, Aparecida, Claudia Mota, Silvana Barbosa, Cilda Barbosa, Telma Lessa, Tania Lessa, Cleiry Nunes, Mena Nunes, Verônica, Aila Vale Braga, Irenilda Lima, Lucinda, e todos leitores deste blog e de todas as pessoas do mundo inteiro seja de benção, muita Alegria , Fé, Paz na família, Amor, Esperança e Deus no Coração!
IMPRENSA FOOD SQUARE Gastronomia de rua, diversão e arte. O espaço gastronômico oferece também atividades recreativas. A praça de alimentação fixa ao ar livre está composta de quisosques, food trucks, trailers, food kombis onde são servidos pratos gourmet, lanches e refeições variadas como sanduiches, petiscos, crepes, massas frescas, molhos especiais, comidas regionais e internacionais (italiana, oriental, alemã) e doce especiais. O parque oferece comodidade aos clientes e a criançada que pode passear no trenzinho da alegria e trenó puxado pelas renas do Papai Noel, se divertir na roda gigante e realizar pintura em gesso.
Na volta ocupamos cadeira cativa no show do Rei Roberto Carlos. Ao Zé Guedes,nosso guia natalino, deixamos um abraço e que Deus abençoe todos os seus sonhos em 2019.
Segurem a dica:
Imprensa Food Square fica na Av. Desembargador Moreira,2355. Funciona de 2ª a 6ª feira e 11h às 15h e de 17h às 22h; no sábado e domingo de 17 às 22h. Ainda tá tempo junta sua turma e vai dar uma volta no Boteco Bike Bar antes da chegada de 2019.
Flashs
BYE! FELIZ NATAL!!!
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A inesquecível Festa da Uva de Caxias do Sul
Fevereiro chegou e traz boas lembranças de uma viagem deslumbrante a Caxias do Sul (RS). Estou abrindo essa página hoje para deixar uma super dica . Se você ainda está de férias ou tem aquele sonho de conhecer a cidade mais populosa do interior gaúcho, prepare as malas e confira a 32ª Festa da Uva de Caxias do Sul, que acontecerá de 22 de fevereiro a 10 de março deste ano, sempre às sextas-feiras, sábados e domingos. O local é o Parque de Exposições Mário Bernardino Ramos. O evento enaltece a cultura italiana, a produção agroindustrial regional, o trabalho e a alegria dos imigrantes italianos. O tema deste ano é: “Viva Una Belo Giornada”.
Eu, com um grupo de amigas bem animadinhas, participamos da 31ª Edição. Vale a pena investir nessa ideia, porque a festa não fica restrita somente ao parque de exposição, popularmente chamado de Pavilhão de Festa da Uva, onde se concentra grande parte das atrações. Ela se espalha por toda a cidade com o cheiro e a cor da fruta, atraindo visitantes a passear pelas ruas e praças. É uma das festas mais populares do Pais que evidencia o imigrante, a cultura italiana, a produção do vinho e a uva, fruta que no início da colonização contribuiu para o desenvolvimento da cidade e se mantém em destaque até hoje.
O pavilhão onde acontece a Festa da Uva é um dos maiores complexos de eventos da Serra Gaúcha. Mais de 400 expositores levam seus produtos para comercializar no local. São muitas as opções de compras, desde artigos típicos produzidos pelas comunidades do interior, a produtos de alta tecnologia de indústrias, que elevam o nome de Caxias do Sul no cenário mundial dos empreendimentos.
Gastronomia, diversão, desfiles temáticos, músicas típicas em italiano, apresentações artísticas, shows com cantores de sucesso, área de réplica da Vila Colonial com a comercialização de pães, queijos, sucos de uva, tudo isso fica à disposição dos visitantes da feira e festa comunitária. Tem cachos de uva para todos o convidados. Essa é a forma de agradecer e acolher os visitantes. A FESTA DA UVA é um momento rico da arte e cultura do povo da região. É sobretudo um banquete de aprendizado e conhecimento, que satisfaz a nossa fome e curiosidade de saber como foi a vida das famílias imigrantes ao chegar aqui. Uma “Buona Gente”.
Caxias do Sul fica na Encosta Superior do Nordeste do Rio Grande do Sul. Está a 760 metros de altitude e tem temperatura média de 16º. É óbvio que nossa turma não ia deixar de dar uma passadinha por outras famosas cidades como Gramado (que foi nosso ponto de apoio no Hotel Bavaria), Nova Petrópolis e Veranópolis (esta última, a cidade da longevidade).
Entre brasileiros, italianos, alemães vivemos as tradicionais noites típicas oferecidas em Gramado. Frio, chocolate e queijos na Noite Suiça e na Noite Alemã, em Nova Petropólis, mergulhamos nas tradições da culinária germânica, apresentações de músicas e danças típicas da Alemanha. Vocês pensam que não treinamos a nossa performance? É óbvio que sim. Êta Mundo Bom!!!
Delícia foi o tour na Zona Rural de Gramado. Não há coisa melhor do que degustar biscoitos, doces, geleias, sucos de uva e um bom vinho em terra de gente que tem a mão caprichosa.
Tour cultural e gastrônomico
Vinícola Masotti
Linha Bonita, Linha Nova e Linha Bella marcaram os passeios históricos – locais que iniciaram o povoamento de Gramado. Com muita empolgação, o Sr. Eucides, da Vinícola Masotti, nos falou sobre a origem de seu empreendimento, a produção de uvas e vinhos, processo de fabricação, sistema artesanal e industrial. Degustação de sucos de uvas, vinhos de todos os tipos, biscoitos e geléias de frutas animaram o grupo. A recepção foi nota mil.
Fábrica de Erva Mate
Na Fábrica Artesanal de Erva Mate descobrimos os segredos do chimarrão, bebida oficial dos gaúchos. “Rápido, fácil, gostoso e digestivo”, disse a nossa expositora. Ela frisou que o certo é preparar o chimarrão e provar. “Falta de educação é tomar um golezinho e passar para outra pessoa”. Uma deixa dos descendentes italianos.
Cantina Linha Bella
A paradinha para almoço especial na Cantina Linha Bella, na localidade de Linha Bonita, região de colonização alemã e italiana. Fomos muito bem recepcionadas com
safoneiro , violeiro e pela anfitriã. Self Service com comidas a modo italiano. A música regional culmina com a La Bella Polenta. O guia Everton não deixou ninguém sair antes de cantar e fazer a coreografia da música “La Bella Polenta” e quem não entra na onda , tem que pagar o mico. Bom demais.Vale por todo o roteiro.
Moinho Cavichion
“Buonsera – todos juntos cumprimentando em alto e bom tom”. É assim que diz Maristela, real descendente de imigrante italiano, assim que chegamos no seu pedaço. Com muita desconstração, ela nos deu uma verdadeira aula de história sobre a cultura dos imigrantes e a produção da farinha de milho (fubá). “La signora” mostra detalhes e levanta o sabugo de milho pra lembrar que um dia serviu de papel higiênico para os imigrantes. Foi muito legal ouvir a Maristela. Compramos biscoitos de canela, fubá,cuca e outros mais deliciosos para trazer para casa. Depois uma foto para ficar na lembrança da grande roda do moinho antigo e da cascata que fica ao fundo.
Velho casarão Visenzo Marcon

Quando a família veio da Itália e se instalou no interior de Gramado, morou dois anos na abertura do tronco de uma árvore chamada “Umbu”. A primeira filha nasceu e faleceu com dois anos,pois não resistiu a esse modo de vida. Depois a família construiu o casarão de pedra. Neta e bisneta contam a história de luta dos imigrantes para quem visita o ponto turístico. O Sr. Idelêncio nos levou para mostrar as terras no fundo do casarão com o plantio de parreiras, figo, pessegueiro, morangos, mas lamentando a força da geada, que queimou toda plantação. Com as frutas , eles produzem as geleias, doces e biscoitos… Ele nos falou que grupos de turistas quando chegam lá, não saem debaixo das parreiras degustando enormes cachos de uvas. Eu sonhei muito em fazer isso, mas desta vez não deu. Sem problemas,porque Deus vai me permitir voltar lá outra vez.
Bem, deixo aqui a sugestão e até um roteirinho básico para você aproveitar a viagem e passar por locais incríveis como estes que percorremos. Dá pra fazer tranquilo. Faça logo seu “check in” e não perca a oportunidade. A Festa da Uva acontece de dois em dois anos. Vi matérias sobre a possibilidade de ser realizada anualmente, mas não sei qual a decisão dos organizadores. Vale conferir e boa viagem! Divirta-se o tanto quanto nós pagodeamos. Foi uma farra das boas.
Continuarei minha trilha pelas cidades brasileiras e vou deixando aqui, macetes, pitacos e opiniões pra quem gosta da “terra brasilis”. No próximo post vou mostrar imagens lindas de uma praia do Ceará. Não deixem de visitar o blog . Adoro a sua companhia. Bye!
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Visita Guiada conta história do mais famoso cinema de Fortaleza

Hi my friends! Vou deixar aqui uma dica pra vocês que vai valer muito a pena. No último sábado, 13 de abril, foi dia de cantar parabéns para os 293 anos da cidade de Fortaleza e eu aproveitei a manhã para participar de uma programação especial no Cineteatro São Luiz que abriu as suas portas para a estreia da “Visita Guiada”. O roteiro oferece ao visitante a oportunidade de conhecer mais sobre a história, curiosidade e os bastidores do cinema que faz parte da memória afetiva e simbólica dos cearenses. A próxima “Visita Guiada” será no dia 25 de maio. Você não pode faltar!
Fizemos agendamento para a visita de 10h. Tem que agendar viu, porque a “Visita Guiada” só acontece uma vez por mês. Vou deixar logo aqui o endereço pra vocês que me leem: agendamentocineteatrosaoluiz@gmail.com. Os ingressos de entrada ficam disponíveis na bilheteria e custam R$6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia), preços bem acessíveis. Peguei os meus e ficamos aguardando no hall de entrada, pois o grupo de 9h, ainda estava lá por dentro ouvindo tudo o que os visitantes precisavam saber.
Alunos de escolas. Este foi o público que nos antecedeu. Eram jovens e adolescentes que não alcançaram os anos dourados de um dos cinemas mais bonitos do Brasil. Os meninos saíram da sala de exibição animados e como não poderia deixar de ser, uma paradinha básica para a foto oficial na companhia de seus mestres. Fizeram selfies no luxuoso hall de entrada, nas escadarias com piso e revestimento em mármore de Carrara, selecionaram clicks voltados para os três imponentes lustres de cristais vindos da antiga Tchecoslováquia e não esqueceram a foto modinha nos belíssimos espelhos que conferem a elegância e iluminação do salão.
Os jovens se despediram do tour. Chegou a nossa vez. O assistente de produção, Diego Parente e a relações institucionais, Miloca Holanda, nos convidaram para formar um círculo. O nosso grupo estava formado por umas dez pessoas. Tinha até crianças acompanhadas do pai. Superlegal vê-los ali conectados com o passado! Ah! Não posso deixar de citar o apoio do curador, Duarte Dias, e da asssitente de produção, Mairla Costa.

Pra falar do São Luiz tem que tocar na história da Praça do Ferreira, lembrar o Boticário Ferreira, os cafés, a Cinelândia, as ruas Major Facundo, Guilherme Rocha, Liberato Barroso, o relógio da Praça do Ferreira, a criação da Coluna da Hora e as lojas que se concentravam no Centro da cidade. E foi por aí que começou o nosso roteiro. Gente, eu não vou contar aqui o conteúdo e os detalhes da “Visita Guiada”, porque senão vai perder a graça e com certeza quebrará o encanto de quem está com planos de fazer o passeio.

Nesse post vou registrar apenas as nossas pegadas pelas salas do cine, o momento que paramos sentados nas cadeiras vermelhas para ouvir os guias e o tempo que tiramos para fazer as fotos garimpando a imponência da sala, as pomposas escadarias e os majestosos espelhos da “mais bela casa de espetáculos cinematográficos do País”, foi assim que a imprensa fez referência ao cinema na data de sua inauguração no ano de 1958.
Só sei dizer que ao me sentar nas “poltronas vermelhas” de frente para a tela, ouvindo a contação de história dos mentores, despertaram as boas lembranças vividas no Cine São Luiz . Entrar ali para mergulhar na história fez a diferença. É ver o passado e o presente juntos provocando as mesmas emoções.
Inaugurado em 1958, o São Luiz de Luiz Severiano Ribeiro, de paredes listradas, cores suaves, de sessões de filmes de sucesso, de filas que dobravam o quarteirão, de moças e mulheres que vestiam roupas novas para assistir aos filmes, de frequentadores assíduos e de gente que nunca pisou lá, é uma das maiores relíquias de Fortaleza. Funciona atualmente como Cineteatro São Luiz e faz parte do circuito cultural da cidade abrigando diversos projetos cinematográficos, teatrais e musicais com uma programação diversificada para o público.
Recomendo a “Visita Guiada”. Agende, 25 de maio de 2019, com seus filhos, seus alunos, seus amigos e vizinhos para viver uma manhã de sábado nobre nos salões luxuosos do mais famoso cinema da capital : Cineteatro São Luiz.
São Luiz – O prédio foi tombado pelo Governo do Estado como Patrimônio Histórico Cultural em 1991 e em 2010, fechou suas portas e paralisou suas atividades até 2013, quando iniciou as obras de restauração, obedecendo rigorosamente suas características arquitetônicas, resguardando a sua beleza e tradição. A solenidade de reinauguração aconteceu em 2014 pelo Governo do Estado com a realização de duas sessões do primeiro filme exibido, “Anastácia”, apresentações de artistas líricos e da Orquestra Eleazar de Carvalho.

Serviço:
Visita Guiada no Cineteatro São Luiz uma vez por mês, no sábado
Entrada: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia) –bilheteria do Cineteatro
Classificação: livre
Próxima: Dia 25/05/2019 – 8h/9h/10h/11h
Agendamento: e-mail: agendamentocineteatrosaoluiz@gmail.com
